Antes de tudo estar consciente que o seu papel verdadeiro é o “Ofício de Cantar”.

O poeta Tagore, assim se expressou:

“Quando trabalho, Deus me estima.
 Quando canto, Deus me ama”.

Assim, uma autêntica “Menina Cantora” deve ter coerência entre este “Ofício de Cantar”, sagrado por excelência, pois gerador de energias sublimes e emoções pacíficas, e sua atuação no meio social em que vivem onde, forçosamente, deverão ter uma conduta diferenciada que as aponte como agentes da Paz e da Concórdia Universal.

O sonho de ser uma “Menina Cantora” faz com que no início de cada ano, centenas de candidatas inscrevam-se para que suas aptidões musicais sejam avaliadas e talvez um dia possam calçar o símbolo das “MCP”: o “Sapatinho de Verniz”, aquele que caminha por todas as estradas juntando multidões que, em torno da beleza (expressão máxima da bondade de Deus), reunem-se para momentos de feliz encontro com a “Música dos Anjos”.

Ser ainda uma “Menina Cantora”, requer 3 anos de preparação musical onde, depois de aprovada no teste inicial, cursarão matérias teóricas e técnica vocal, segundo o método  usado na milenar “Escolania de Montserrat”  (Coro de Meninos que atua desde o século IX   nos ofícios da Abadia N. S. de Montserrat, em Barcelona).

Após este período de intensos estudos, se aprovada nos exames finais, cada menina receberá suas vestes corais na tradicional “Cerimônia de Investidura”, que acontece anualmente na data de fundação: 15 de Agosto.